domingo, 29 de agosto de 2010

Eu sou o cliente que não volta nunca mais



Sam Walton, fundador do Walmart, em um discurso fazendo a abertura de um programa de treinamento para seus funcionários, disse o seguinte:

Eu sou o cliente vai a um restaurante, senta-se à mesa
e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.

Eu sou o cliente que vai a uma loja e espera calado,
enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.

Eu sou o cliente que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina,
mas espera pacientemente que o empregado termine de ler seu jornal.

Eu sou o cliente que, quando entra num estabelecimento comercial,
parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso
ou esperando apenas ser notado, vendo que os vendedores
não querem ser incomodados.

Eu sou o cliente que entra num banco e aguarda tranquilamente
enquanto as recepcionistas e os caixas terminam seu bate-papo.

Eu sou o cliente que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça,
mas não reclamo e pacientemente espero enquanto os funcionários trocam idéias entre si
ou simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente,
do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou???

Eu sou o cliente que não volta, nunca mais!...

Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma. Quando estive lá, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me tratar com um pouco mais de cortesia.

" Clientes podem demitir todos de uma empresa,
do mais alto executivo ao operário,
simplesmente gastando seu dinheiro em outro lugar. "



 

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Gafe




A gafe é sempre sem querer: falamos o que não devíamos, falamos o que não queríamos ou simplesmente falamos demais. Pior quando não poderíamos ter feito algo. Gafe! A sensação é de desastre total. Queremos fugir, morrer de vergonha. Sempre quando acontece faz-se aquele silêncio acusador, embaraçoso, perplexo... E tudo piora mais ainda quando, em desespero, tentamos consertar uma gafe.

A gafe é impiedosa e pode atrapalhar muito a nossa vida, causando vários transtornos. Porém cometer uma gafe não é o fim do mundo e, é claro, dá para sobreviver. Com humor e muita presença de espírito é até possível contornar uma gafe quase fatal. É a partir de uma gafe que aprendemos a evitar outras gafes, conhecendo suas armadilhas e as situações em que elas acontecem com maior freqüência.

E de onde surgiu a gafe? Na marinha francesa, Gaffe era uma vara com gancho na ponta para puxar os botes de desembarque. Na década de 20 criou-se uma miniatura de gaffe, que era usada durante as refeições e eventos quando um marinheiro sofresse um embaraçoso erro de etiqueta. Hoje toda situação fora do contexto é considerada uma gafe:
  • esquecer o nome de uma pessoa,
  • esquecer datas importantes,
  • confundir nomes ou eventos,
  • desculpar-se com assiduidade ou o clichê "Desculpe qualquer coisa",
  • fazer muitas perguntas indiscretas sobre a vida pessoal de outros
  • perguntar a idade,
  • querer saber o preço das coisas que as pessoas compram
  • perguntar se as pessoas ainda se lembram de você
  • recomendar dietas sem que tenha sido pedido
  • recomendar tratamentos
  • perguntar quem é um acompanhante 
  • querer saber detalhes da vida dos outros, da saúde, de relacionamentos
  • querer saber se alguém foi convidado para uma festa
  • e outras milhares de situações constrangedoras.
Traduzir os códigos de etiqueta e comportamento para a vida real não é tarefa fácil. Milhares de situações podem ser consideradas como gafes. Desviar-se delas e do embaraço mortal que se segue é inevitável, pois ninguém está livre de cometer alguma gafe.

Se a lingua acabou sendo mais rápida que o raciocínio e você acabou falando uma tremenda besteira, não adianta entrar em parafuso e ficar se culpando, tentando se esconder. Todos nós falamos e cometemos gafes, isto faz parte da natureza humana. Somente pessoas muito prepotentes não conseguem desculpar os próprios erros.

Tem muita gente que acha que é o fim do mundo, só por que não parece perfeitinho diante do mundo. A pessoa fica se controlando o tempo todo, pensa centenas de vezes antes de abrir a boca e quando resolve falar algo descobre que o assunto já mudou há muito tempo. Como diz o ditado: Errar é humano, mas divertir com os próprios erros é divino!

 

terça-feira, 3 de agosto de 2010

PNL - Programação neurolinguística


Você já se perguntou por que algumas pessoas, independente de formação ou condição social conseguem realizar grandes feitos, ser saudável, estar sempre radiante e bem sucedida em relacionamentos e negócios? Você sabia que mesmo sem saber elas estão usando a PNL?

Há menos de 50 anos cientistas e psicólogos descobriram a linguagem cerebral destes feitos e codificaram a estrutura do sucesso e harmonia pessoal. Não se trata de auto-ajuda ou truques de motivação e sim de ciência, a mais pura fórmula teórica e prática ao seu alcance, no ilimitado mundo da programação neurolinguistica. Ouse aprender a usar o potencial e a linguagem de sua mente e revolucione sua vida.

A programação neuro-linguística (PNL) é uma ferramenta capaz de auxiliar na obtenção de resultados, ou seja, significa a instalação de um procedimento, um plano, tanto em nosso aspecto neurológico (cérebro) quanto no lingüístico (linguagem). A PNL busca mapear nossa capacidade de dirigir o nosso sistema nervoso, através dos efeitos das linguagens verbal e não verbal sobre nosso cérebro. Este mapeamento visa o autocontrole do nosso estado emocional e dos estados emocionais dos outros. Assim, através de técnicas da PNL podemos dirigir o cérebro de forma a obtermos os resultados desejados.

A nossa história de vida demonstra que fomos condicionados a concretizar nossos desejos através da dor e sofrimento. Associamos o esforço, as dificuldades e a dor ao nosso progresso - “Sem esforço nada se ganha”. A dor é um indício de que estamos usando uma abordagem errada e de alguma forma indica que devemos fazer algo diferente, necessitando mudar o nosso comportamento.

As técnicas desenvolvidas pela PNL possibilitam essa mudança sem dor, luta ou espera, isto porque, a PNL é uma ciência que estuda a excelência humana (analisa o cérebro e o modo como reprogramá-lo a fim de que as mudanças ocorram facilmente). Através da PNL podemos mudar o nosso comportamento e responsabilizarmos pela nossa motivação; pela construção e melhoria dos nossos relacionamentos; pela transformação das experiências desagradáveis, pelo nosso autoconhecimento, pela nossa auto-estima, pela criação de uma atitude mental positiva, pelo acesso ao nosso desempenho máximo; pela construção de nossa própria felicidade.

HISTORICO DA P.N.L.

A P.N.L. começou no início da década de 70, a partir de um estudo de John Grinder (linguista) e Richard Bandler (matemático, terapeuta-Gestalt e perito em computadores) sobre o trabalho de três grandes terapeutas: Fritz Perls (fundador da Gestalt), Virginia Satir (terapeuta familiar) e Milton Erickson (hipnoterapeuta). Eles pretendiam identificar os padrões utilizados por esses terapeutas a fim de ensiná-los a outras pessoas.

Inicialmente identificaram a eficiência em conseguir soluções para relacionamentos familiares difíceis e os padrões utilizados nessas soluções. Descobriram ainda que repetindo os padrões similares conseguiam resultados positivos similares. Essa descoberta tornou-se a base para a abordagem inicial da PNL conhecida como Modelagem da Excelência Humana.

Trabalhando com os padrões fundamentais desses 3 mestres, começaram a criar seus próprios padrões e ensiná-los, atraindo assim um número crescente de alunos ansiosos por aprenderem essa nova tecnologia de mudança que conjugava comportamento, fisiologia, linguagem verbal e não verbal. Hoje a PNL é a essência de muitas abordagens para comunicação e mudança e quando falamos em Modelagem de Excelência Humana, visualização criativa, sincronização, estamos usando conceitos da PNL.

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