quinta-feira, 15 de julho de 2010

Convites para eventos






O convite é um dos impressos do cerimonial de um evento e visa projetar adequadamente um evento, servindo para comunicar e para convidar. Sendo uma peça de informação e divulgação, pode ser enviado mesmo àqueles que não comparecerão à cerimônia ou ao evento. A publicidade trabalha com o princípio:
  • A - Atenção (atrai o publico)
  • I – intenção
  • D - desejo
  • A - ação.

Então se você pretende prestígio ao seu evento, atente para essas quatro premissas. O convite tem a função de informar e motivar um público a participar efetivamente de um evento. Assim a criatividade é imprescindível para chamar atenção para o evento e criar a intenção, porém os exageros são dispensáveis quando se trata de uma cerimônia formal, como um casamento, uma posse etc. Para os eventos informais não há limites.

O convite deve ser claro e conciso informando com destaque: quem convida, o motivo do evento, data, horário e local. Na redação do convite é desnecessário utilizar a expressão: "tem o prazer de convidar..." já que quem convida já confere honra e prazer em receber o seu convidado, exceto para atos solenes e cerimônias.

MATERIAL DO CONVITE

O material utilizado no convite pode influenciar na atenção e no interesse do convidado, por isso deve se dar preferência a um material de qualidade. O mais comum é usar papel opaline ou couchêt fosco - opção papel vergê - e um papel reciclado é bem-visto num evento voltado ao meio ambiente.

O convite ou folheto é uma peça de comunicação e traduz a imagem do seu evento, por isso o tipo de letra deve ser adequado ao tipo do evento. As cores usadas devem ser de acordo com a cor do papel.

Por norma social, os convites devem ser sempre impressos e envelopados. O envelope deve ser padrão 10 x 15 cm e pode ser do mesmo papel. Um convite de tamanho muito pequeno pode se perder entre outras correspondências. O envelope deve ter endereçamento manuscrito, exceto convites de caráter comercial. A regra é que o papel absorva a tinta da caneta e é deselegante sobrescrever com tinta vermelha o envelope de um convite.

Uma dúvida que sempre perguntam: sobrescrever ou subscrever? São duas ações diferentes. Sobrescrever é endereçar um envelope; subscrever é assinar abaixo de uma carta.

ENVIO DE CONVITES

Um convite pode ser feito por carta a um superior ou a um reitor, e por ofício a uma autoridade. Dependendo do tipo de evento, pode ser feito por fax, email, telefone, telegrama ou meios de comunicação de massa. No entanto, usar carros de som como meio de comunicação, pode prejudicar a imagem do evento.

É deselegante convidar por telefone, exceto quando se trata de um jantar ou uma pequena comemoração entre amigos. Quando se faz um convite para um jantar entre poucas pessoas, deve-se mencionar quem são os outros convidados, e se for servir alguma iguaria diferente, também é recomendado esclarecer.

Via de regra, os noivos optam por anexar um convite em separado para a festa de casamento que só é enviado para alguns convidados especiais. A etiqueta social não recomenda tal procedimento. Ou se faz festa para todos os convidados do casamento ou se faz uma comemoração íntima alguns dias antes da cerimônia. Também é deselegante e desnecessário escrever: os noivos receberão os cumprimentos na igreja.

Os convites podem ser formais e informais. Os convites formais devem ser remetidos com antecedência de 30 a 50 dias para casamentos; 15 dias para eventos formais; 10 dias para jantar/almoço formal e 3 para eventos íntimos e informais.

Quando se convida um casal não é necessário colocar o nome da esposa, por exemplo: Sr. José da Silva e Senhora e nunca se deve convidar apenas o marido ou apenas a esposa. Se o casal tem filhos adultos, devem receber um convite em separado. No caso de convidar duas pessoas do mesmo sexo, deve-se citar o nome dos dois ou enviar convite individual a cada um.

Todo convite deve solicitar a confirmação de presença. Pode-se solicitar confirmação de presença RSVP (Respondez s'il vous plais), indicando o número do telefone ou outro meio para resposta. Em alguns casos, pode-se pedir a confirmação no ato da entrega do convite ou telefonar posteriormente, solicitando a confirmação. Uma recusa, não deve gerar insistência.

ETIQUETA SOCIAL PARA CONVIDADOS

Todo convite deve ser respondido, confirmando ou declinando, no máximo até 24 horas antes do evento. Se receber um convite por carta, deve ser confirmado e respondido por carta. Se receber um convite por telefone, deve ser respondido na mesma hora. Não sendo possível, deve-se confirmar no mesmo dia.

Quando se convida um casal, é a esposa quem deve confirmar a presença. É deselegante passar um convite para outra pessoa quando não se pode comparecer. Em jantares/almoços com o Presidente da República não pode ser transferido o convite ou se fazer representar.

ETIQUETA COM HOMENAGEADOS

A presença de um artista ou de uma autoridade conferindo prestígio ao evento só deve ser citada com a expressa autorização. Tratando-se de uma homenagem, deve-se citar o nome completo do homenageado, exceto se for um artista ou um político, quando se pode usar o nome fantasia.





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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Contratos em espécie - Lei n° 10.406



Contratos em espécie - Lei nº 10.406 de 10 de janeiro de 2002

O capitulo VII, em seus artigos 593 a 609, rege a contratação de prestação de serviço que não esteja sujeita as leis trabalhistas ou lei especial. Dispõe sobre a espécie de serviço, qualidade do trabalhador para firmar o contrato, sobre a remuneração e retribuição, prazo de contratação, rescisão e resolução, definindo direitos e deveres de prestadores e tomadores de serviços.

Sobre a espécie de serviço
  • Dispõe sobre a legitimidade de contratação de toda espécie de serviço ou trabalho licito, seja de ordem material ou imaterial. Art. 594
  • Não sendo o prestador de serviço contratado para certo e determinado trabalho, entende-se que se obrigou a todo e qualquer serviço compatível com suas forças e condições. Art. 601

Sobre a qualidade do trabalhador
  • Dispõe sobre a exigência de duas testemunhas para assinar a rogo e subscritar o instrumento de contratação, quando qualquer das partes não souber ler e escrever. Art. 595.
  • Sobre a remuneração e retribuição.
  • Todo serviço ou trabalho contratado deve prever uma remuneração ou retribuição. O valor pode ser estipulado ou arbitrado segundo o costume do lugar, tempo de serviço e quanto à qualidade do trabalho, devendo ser pago depois de prestado o serviço desde que, por convenção ou costume, não tiver que ser paga adiantadamente ou em parcelas. Art. 594, 596, 597.
  • Se o prestador de serviço de serviço não possuir titulo de habilitação, ou não satisfaça outros requisitos previstos em lei, não poderá cobrar a retribuição correspondente ao trabalho executado. Entretanto se a outra parte se beneficiar do serviço, o juiz arbitrar [a uma compensação razoável, desde que tenha agido de boa fé e que não haja proibição da prestação de serviço que resulte de lei de ordem publica. Art. 606].
Sobre o prazo estipulado
  • A prestação de serviço não pode ser convencionada por período superior a quatro anos. Mesmo que o contrato possa advir de obrigações assumidas ou se destine à execução de obra certa, após quatro anos dar-se-á findo o contrato, ainda que não esteja concluído o trabalho. Art. 598
  • Não havendo prazo estipulado, nem se podendo inferir na natureza do contrato ou do costume local, qualquer das partes podem resolver o contrato, mediante aviso prévio dependendo da forma de pagamento. Art. 599
  • Não se conta o tempo de trabalho em que o prestador, por sua culpa, deixou de servir. Art. 600
Sobre a rescisão contratual
  • O prestador de serviço contratado por tempo ou obra determinada, não pode ausentar-se ou despedir-se, com ou sem justa causa, antes de preenchido o tempo ou concluída a obra. Se assim o proceder, tem direito a retribuição vencida, mas responde por perdas e danos. Art. 602
  • Sendo despedido por justa causa, a outra parte será obrigada a pagar-lhe por inteiro a retribuição vencida, e por metade ao que receberia ao termo legal do contrato. Art. 603
  • O prestador de serviço tem o direito de exigir da outra parte uma declaração de final do contrato, mesmo que seja despedido sem justa causa ou se se ausentar por motivo justo. Art. 604
  • O contrato de prestação de serviço finda com a morte de qualquer das partes. Termina, ainda, com a conclusão da obra, pelo escoamento de prazo, pela rescisão do contrato mediante aviso prévio, por inadimplemento de qualquer das partes, ou pela impossibilidade de continuação do contrato, motivada por força maior. Art. 607
  • A alienação do prédio onde se opera a prestação de serviços, não importa a rescisão do contrato, podendo o prestador de serviço optar em continuar com o adquirente ou com o contratante inicial. Art. 609
Sobre a sucessão de obrigações e direitos
  • O tomador de serviços não pode transferir a outrem o direito aos serviços ajustados e nem o prestador dar substituto para a prestação do serviço, sem o acordo das partes. Art. 605
  • Quem aliciar pessoas obrigadas em contrato a prestar serviço a outrem pagara ao tomador dos serviços, pelo ajuste desfeito, o valor que haveria em dois anos. Art. 608

Comentários

O contrato em geral se torna uma fonte da obrigação e tem como elemento principal, indispensável à própria existência, a vontade humana, que sendo livre e soberana, concede a cada um de nós a liberdade de contratar e ser contratado. Fixa o conteúdo e os limites das obrigações que se quer assumir, exprimindo a vontade de ambas as partes. Na forma que desejar, contando sempre com a proteção do direito. Consiste, assim, no poder que os sujeitos de direito possuem de ditar as regras de seus interesses particulares, em suas recíprocas relações. Desta forma, figuram, dentre os princípios de onde se origina o contrato, o de sua força obrigatória e autonomia da vontade.

A autonomia da vontade manifesta-se na liberdade conferida às pessoas de firmar suas avenças livremente. A força obrigatória traduz-se na regra de que o contrato torna-se lei entre as partes, ou seja, uma vez regularmente celebrado, impõe-se o cumprimento de suas cláusulas como se essas fossem preceitos legais imperativos. O direito, no entanto, prevê a necessidade do equilíbrio contratual. A lei assume, então, o caráter mitigador da autonomia da vontade, protegendo interesses, valorizados pela confiança e boa-fé, mas impondo limites.

A regulamentação legal dos contratos de prestação de serviços visa coibir abusos advindos da desigualdade econômica e de poder, exercendo o controle e regulamentando, destacando o princípio de respeito à intenção das partes. A inadequação do conceito, tradicional de contrato com a realidade dos séculos XX e XXI, exacerbou-se com a explosão e fortalecimento das relações de consumo. Exemplo flagrante deste rompimento com a clássica tradição do direito privado em matéria de contrato é o Código de Defesa do Consumidor. A velha máxima de que “a parte leu o contrato e concordou com as suas cláusulas, assinando-o de livre e espontânea vontade” não tem mais o condão de torná-lo intangível.

Tudo isso e de extrema relevância para o gestor de eventos que opera no âmbito das expectativas. Raramente são expressas de forma clara na celebração dos contratos. Há de se ter uma criteriosa observância a uma ordem que rege as relações de consumo e estão muito alem da celebração dos contratos. Baseia-se na pratica da ética e fortalecimento das relações empresariais.

O direito e a gestão de eventos






A gestão de eventos opera no âmbito da prestação de serviços e atua através da aquisição e locação de produtos materiais e imateriais. Para a melhor gestão e otimização dos recursos é imprescindível que o gestor tenha domínio de áreas relacionadas ao seu campo de atuação, como administração de empresas, marketing, publicidade, gestão de pessoal, e, principalmente, toda a legislação que envolve a realização de seus serviços.


O contrato em geral se torna uma fonte de obrigação entre as partes, fixando conteúdos e exprimindo a vontade de ambas as partes. A força obrigatória traduz-se na regra de que o contrato se torna lei entre as partes. Uma vez celebrado, exige o fiel cumprimento de suas cláusulas. No entanto, o direito prevê a necessidade de equilibrio contratual, protegendo interesses e impondo limites. Desta forma, o gestor de eventos deve estar atento à sua capacidade de atender às obrigações celebradas.


Os contratos típicos, aqueles realizados com terceiros, relativos às locações de espaços, cessão de direitos ou contratação de mão-de-obra não geram dúvidas já que as suas condições são previstas em lei. Entretanto, os contratos atípicos, aqueles gerados de pactos de uma demanda específica, como descontos, sub-rogação de direitos etc., não possuem regras pré-estabelecidas.

Embora, segundo nosso direito, a interpretação dos contratos esteja vinculada à intenção das partes contratantes, é importante ajustar suas cláusulas segundo os objetivos a serem alcançados.
Deve-se observar que a realização de um evento tem suas implicações legais que inclui responsabilidades pessoais, civis e criminais para as partes envolvidas.

O uso do direito na realização de um evento implica fundamentalmente em observar as leis concernentes ao meio ambiente, à segurança e integridade física dos participantes, locais, materiais e pessoas. A legislação atual pode inviabilizar um evento se não for preenchido vários requisitos, como preservação do espaço utilizado, conservação de parques, jardins, áreas verdes; poluição sonora, congestionamento de trânsito, riscos de sinistros como incêndio, desabamento, tumultos, e etc.

A aceitação do evento pela comunidade também está ligada ao acordo que se faz com os moradores locais, a comunidade envolvida, o compromisso que se assume perante a sociedade. Alguns eventos, mesmo de interesse de um grande número de pessoas, pode não ter boa aceitação junto aos moradores da região onde se realiza o evento o que acaba influenciando os órgãos públicos que detém o poder de conceder o alvará de realização do evento e pode inviabizá-lo.

Há, ainda, a legislação trabalhista que pode causar grandes transtornos ao gestor de eventos se não for integralmente observada. A interpretação de um contrato de mão-de-obra pode gerar causas trabalhistas de alto valor se não for bem orientada. Cabe ao gestor se resguardar desses transtornos utilizando contratações com empresas que fornecem mão-de-obra terceirizada e que, além de regularizadas, tenham estrutura administrativa adequada. Incidentes envolvendo seguranças e porteiros; acidentes de trabalho com cozinheiros, auxiliares, motoristas, manobristas são fatos que podem ocorrer durante um evento e pelos quais o gestor de eventos pode vir a responder judicialmente se não tiver expresso em contrato a natureza específica da contratação. O bom gerenciamento de eventos implica trabalhar três dimensões:
  • a dimensão técnica que viabiliza as contratações adequadas ao que se propõe realizar;
  • a dimensão gerencial, que inclui a própria realização do evento, com monitoramento de todas as ações planejadas e a dimensão comportamental, de ética e valores, sustentada pela integridade, honestidade e responsabilidade.
  • O gestor é o responsável pelo evento e assim sendo, chama para si a responsabilidade sobre perdas e danos. O conhecimento da legislação e dos princípios básicos de direito pode ser a grande diferença entre o sucesso e o insucesso de um evento.
Estão incluidos desde os mega eventos que envolvem grande número de público até os pequenos eventos sociais, nos quais nunca se deve desprezar as implicações legais.

O que as cores revelam sobre você




As cores são objetos de estudo para físicos, psicólogos, bioquímicos, publicitários e outros, pela sua influência nos seres vivos. As cores do ambiente, das roupas e dos objetos influenciam o nosso equilíbrio emocional. Sabendo-se disso, é necessário conhecer os seus mistérios e, assim, reconhecer a personalidade básica e desejos mais íntimos das pessoas, para usufruir da influência das cores.

As cores possuem diversas frequências de energia, portanto, as cores das roupas identificam o estado físico, mental e espiritual do homem. A partir desse fato, imagine o que as cores previamente escolhidas, podem fazer por si no primeiro contato. As pessoas, em geral, utilizam as cores de forma intuitiva e bem de acordo com a sua personalidade. Sendo assim torna-se fácil para o bom conhecedor das cores, saber com quem vai lidar, antes mesmo de conhecer alguém.

COR BRANCA
Pessoas que usam o branco, passam uma imagem de pureza de espírito, virgindade e inocência. Também dá a impressão de asseio com o seu corpo e gosto pela limpeza. Em caso de desavenças, uma boa forma para a reconciliação pode ser feita com rosas, flores ou orquídeas brancas, que simbolizam a paz e a trégua.

COR PRETA
Os mistérios mais sinistros e as vibrações negativas adoram se esconder sob o manto preto, pois tudo o que é claro, não causa dúvidas. As pessoas que adoram essa cor são misteriosas ou querem passar a ideia de que são enigmáticas, por isso tenha cautela com pessoas que usam preto. A cor preta deve ser vista como uma placa que diz "Atenção! A partir daqui, irá encontrar surpresas!".

Se o preto for acompanhado de vermelho, encontrou uma pessoa de desejos e paixões perigosas, indicando até crueldade e vinganças preversas.

A cor preta combinada com o verde escuro, é um indicador de pessoas invejosas, traidoras e avarentas.

A cor preta junto com amarelo revela pessoas inteligentes, que usam a força intelectual para planos e ideias diabólicas. Os adolescentes são os que mais preferem o preto pois passam por processos de contrariedade.

COR CINZA
As pessoas que vestem cinza são aquelas que não arriscam, dificilmente mudam de trabalho, cidade e não conquistam novos amigos. São apreciadores de uma vida medida e segura, tendem a trabalhar demais e os seus pilares emocionais estão em acordo com o mundo, às leis da cidade e do seu país. É a cor das pessoas que não tomam partido sozinhas. Através dessa cor é fácil saber o estilo de vida e a idade. Uma pessoa de idade avançada sentir-se-á, na maioria dos casos, à vontade e satisfeita com a cor cinza da sua roupa. Porém, se usado constantemente por um jovem, poderá inibir a aproximação das pessoas da mesma idade. Em contatos comerciais, evite a cor cinza, pois afasta as pessoas e não permite aproximação.

COR CASTANHA
Esta é a cor preferida das pessoas materialistas. Os fanáticos pelo castanho vivenciam poucas emoções do coração e estão fechados para o campo espiritual. O tédio participa da sua vida e geralmente estão mergulhados nos problemas reais da sua existência. Ao encontrar pessoas que utilizam muito a cor castanha, em tons claros ou escuros, não espere muito desse primeiro contato, quanto ao campo sentimental. Elas geralmente são tímidas, possuem dificuldades em expressar sentimentos, apesar de serem carinhosas. Esqueça o castanho, caso deseje realçar o seu visual na esperança de impressionar alguém. Mas se for fechar um negócio, a impressão estará correta: somente negocios.

COR AZUL
A cor azul possibilita retirar da "concha" as pessoas introvertidas. O azul expõe o ego para fora, obrigando-o a harmonizar-se com o ambiente externo. Esta cor contém propriedades químicas refrescantes e demonstra efeitos excepcionais como calmante em indivíduos excitados ou nervosos por natureza. O azul em entrevistas aumenta a auto confiança, a extroversão e inspira confiança. A pessoa que o receber estará exposta aos raios azuis que favorecem a paciência, a serenidade e a verdade. Normalmente as pessoas atraídas por essa cor são sensíveis, cautelosas com as palavras, as ações e o modo de vestir.

COR VIOLETA
Essa é a cor ideal para conversar com as freiras e padres. As pessoas que usam esta cor em um tom púrpura, costumam ser impiedosas, pouco evoluídas e com forte inclinação para o poder. Aqueles que optam pelo violeta ametista preferem um gesto de amor e carinho em vez de presentes, em razão do seu próprio espírito desprendido e bondoso. Para tocar um coração como este e mostrar os seus mais puros sentimentos, ofereça-lhe uma orquídea ou uma flor de cor violeta.

COR VERDE
A cor verde é usada com o desejo de buscar o equílibrio e a paz, no propósito de eliminar a ansiedade causada pelas grandes cidades. O verde não é uma cor recomendada para se usar com a intenção de impressionar, porque o equilíbrio vibratório dessa cor invoca tendências passivas.

As pessoas que se vestem de verde claro afloram a ressonância da sua simpatia, coração receptivo e convidativo para novos amigos.

O verde médio caracteriza pessoas de grande adaptabilidade, verdadeiros camalões, sociais, que se infiltram em qualquer meio, muitas vezes para benefício próprio.

O verde escuro identifica uma pessoa que traz como marca o seu descompromisso para com os outros. Revela também a inveja, o ciúme e outros sentimentos negativos.

O verde limão é a combinação do amarelo e verde, realça o visual, causa impacto. Quem usa verde-azulado escuro gostam de ser adorados e bajulados em excesso.

COR AMARELA
O amarelo é uma cor primária polêmica. As pessoas geralmente associam o amarelo à apatia e à fraqueza, mas na verdade, esta cor tem outras propriedades. As suas vibrações favorecem o estímulo do intelecto, convidam as pessoas ao pensamento e não dão espaço ao relaxamento celebral. A cor amarela também desperta a criatividade. Pessoas com desordem interior podem rejeitar quem usa amarelo, por isso, evite usar a cor amarelo em situações onde não conheça bem as pessoas.

Como o amarelo é denominado por muitos como a cor "cheguei", deve ser usada com prudência em situações profissionais. É normal encontrar a presença de amarelo na aura de pessoas com um bom nível intelectual e espiritual. No entanto, o uso do amarelo em excesso gera esgotamento e depressão.

COR LARANJA
A cor laranja desperta atenção e é sinônimo de juventude e saúde e nos faz avançar. As pessoas que usam laranja são amantes do divertimento, adoram ter uma vida social intensa. No entanto, seja prudente e dê um toque harmonioso no visual e não misture o laranja com outras cores de grande poder de penetração visual como o vermelho e o amarelo. Quando se sentir esgotado e inapto a dar tudo de si para impressionar, use a cor laranja para criar um ambiente alegre.

COR VERMELHA
O vermelho é a cor da paixão, do envolvimento rápido, fácil, possessivo e egocêntrico. Quem usa vermelho sabe o objetivo que deseja alcançar, procura atividades de risco ou procura viver intensamente e são vigorosas, extrovertidas, agressivas, impulsivas, ambiciosas, oprimistas, agitadas. Julgam o próximo facilmente e consequentemente não possuem muita consciência das suas imperfeições. Para se encontrar com uma pessoa tímida e introvertida, o vermelho provoca a descontração, influi no foco, aflora a iniciativa, aniquila a inércia da pessoa. Mas evite o uso do vermelho junto de pessoas hiper excitadas, elétricas ou nervosas. Estas possuem vermelho em excesso na sua personalidade e ao se exporem a essa cor ficam extremamente irritadas. Essa cor deve ser evitada por pessoas de pele rosada, como também os ruivos e aqueles bronzeados pelo excesso de sol.

COR ROSA
Esta cor diz respeito a um coração romântico, sonhador, gentil e bondoso. São amantes da tranquilidade e contra a violência moral e física. Mas evite essa cor em situações profissionais, pois passará a impressão de infantilidade.

Comunicação eficaz


A comunicação eficaz é um estudo muito amplo e gera grandes transformações em si e nos outros. Isso tem uma explicação extensa, já que a linguagem é a expressão dos nossos pensamentos. Por enquanto vamos tratar apenas de algumas palavras que tem um poder extraordinário para influenciar as pessoas.

  • Cuidado com a palavra NÃO: a frase que contém "não", para ser compreendida traz à mente o que está junto com ela. O "não" existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo, pense em "não"... nada vem nada à mente. Agora se eu lhe pedir: "não pense na cor vermelha", imediatamente você pensa na cor vermelha. Por isso é essencial ser afirmativo na expressão do que se quer e nunca citar o que  não quer. É importante especificar, por exemplo: Quero uma peça branca ... Isso vale também para o pensamento: pense apenas no que você quer.
  • Cuidado com a palavra MAS: essa é uma palavra que nega tudo que vem antes. Por exemplo, se alguém diz: "Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, mas não tem um diploma...". Se substituir o mas por e tem outra conotação afirmativa: "Pedro é um rapaz inteligente, esforçado e pode continuar estudando...
  • Cuidado com a palavra TENTAR: quando se diz que está tentando, pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo, "vou tentar encontrar com você..." substitua por "Tenho grande chance de não ir."
  • Cuidado com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas, use QUERO, DECIDO, VOU.
  • Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO, que dão a idéia de incapacidade pessoal. Use NÃO QUERO..., DECIDO NÃO..., ou NÃO PODIA..., NÃO CONSEGUIA..., que pressupõe uma afirmação de poder e vontade.
  • Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo utilizando o verbo no tempo passado. Isto libera o presente. Diga por exemplo, "eu tinha dificuldade de fazer isso..."
  • Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo, ao invés de dizer "vou conseguir" substitua por "estou conseguindo"; 
  • Substitua SE por QUANDO. Por exemplo, ao invés de dizer: "se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar" substitua por "quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar". Quando pressupõe que você já decidiu viajar e só falta o dinheiro.
  • Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo, ao invés de dizer "eu espero aprender isso", substitua por "eu sei que eu vou aprender isso". Esperar suscita dúvidas e enfraquece a linguagem.
  • Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo, ao invés de dizer: "eu gostaria de agradecer a vocês", substitua por "eu agradeço a vocês". O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.
Perguntas com uma orientação para o objetivo são:
  • O que você quer?
  • Qual é a situação atual que será modificada?
  • Que recursos você tem?
  • Como você se sentirá quando resolver o problema?
  • O mais importante: Por que você deseja isso?
O oposto de pensar no objetivo é pensar na situação a ser resolvida. Isso o concentra no que está errado. Muitas pessoas ficam perdidas num labirinto de problemas, buscando a história, custo, conseqüências ou quem é o culpado. Pensar no problema gera perguntas como:

  • O que está errado?
  • Qual o tamanho desse problema?
  • Há quanto tempo o problema está acontecendo?
  • Por que você não o resolveu ainda?
  • Por que você o tolera?
  • Qual é o pior exemplo desse problema?
  • De quem é a culpa?
Essas perguntas focalizam no passado ou no presente. Elas também fazem com que a pessoa fique completamente associada ao problema e se sinta mal com isso. Focalizar no problema, frequentemente induz a um estado sem recursos que o torna ainda mais difícil de lidar. Focalize no que você deseja e o universo irá conspirar para que você o consiga. Basta você acreditar!.. 
 

Elegância na escrita



A elegância não está apenas na forma de comportamento ou nas conversas, também é elegante saber escrever corretamente. A expressão escrita tem tanta importância que uma mensagem pode dizer muito sobre quem escreve. Mostra o seu nível intelectual e seu interesse por quem receberá a mensagem. Um currículo com êrros de grafia pode determinar o destino do candidato e uma carta de apresentação, seja de negócios, de uma emprêsa ou serviço, determinará o interesse de quem recebe. A nova ortografia tem poucas variações e não é um "bicho de sete cabeças" como muitos creem.

ALFABETO: O alfabeto agora conta com as letras “k”, “w” e “y”, somando um total de 26 letras

TREMA: Deixa de existir em todas as palavras, EXCETO para nomes próprios.

HÍFEN:

Não é mais usado:
* quando a primeira palavra termina em vogal e a segunda começa com uma vogal diferente. Exemplo: extraescolar .
* quando a segunda palavra começa com "r" ou "s", deve duplicar o "r" ou "s":.Exemplo: antissemita e contrarregra.

É usado:
quando a primeira palavra finalizar com a mesma vogal que começa a segunda palavra. Exemplos: micro-ondas, anti-inflamatório etc.

ACENTO DIFERENCIAL
Não se usa mais o acento para diferenciar:
* pêra” (substantivo - fruta) e “pera” (preposição arcaica)
* péla” (flexão do verbo pelar) de “pela” (combinação da preposição com o artigo)
* pára” de “para” (preposição)
* pêlo” de “pelo” (combinação da preposição com o artigo)
* pólo” (substantivo) de “polo” (combinação antiga e popular de “por” e “lo”)

ACENTO CIRCUNFLEXO
* Deixa de existir em palavras que terminam com hiato “oo”. Exemplo: voo, enjoo.
* Na 3a pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos dar, ler, crer e ver: leem, veem, creem e deem)

ACENTO AGUDO - está abolido:
* nas palavras terminadas com “eia” e “oia”. exemplo: jiboia, ideia.
* Nas paroxítonas, com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplo: feiura, baiuca.
* Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”. Poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arguir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem.

Por fim, algo que sempre existiu: "etc" funciona como pontuação, por isso não deve ser precedido de virgula. Exemplo: palavras, pontos e mais pontos etc.

Etiqueta do Comportamento - Elegância

“A virtude de uma pessoa
mede-se não por suas ações excepcionais,
mas pelos seus hábitos cotidianos”
Blaise Pascal



Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que incentivam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam e, quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no dia a dia. É fácil percebê-la em pessoas discretas e pontuais.


É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas e nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem presenteia fora das datas festivas, cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não procura saber antes quem está falando e só depois decide se atende.

Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais e não vasculhar a intimidade dos outros. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade, agradecer os convites, retribuir uma carta ou uma mensagem recebida por email. É incrivelmente elegante agradecer por um presente e não criticar mesmo que não seja do seu gosto.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma sem arrogância. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social. É só pedir licencinha para o lado brucutu, que acha que "com amigo não tem estas frescuras". Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso e um detalhe: não é frescura. Não há caminho novo, o que há de novo é o jeito de caminhar...
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