sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O segredo para ser interessante



Nos encontros com as pessoas, principalmente quando não as conhecemos, ficamos preocupados com o que vamos dizer e como seremos julgados. Nas festas queremos parecer pessoas divertidas e falantes, desejamos cativar as pessoas e às vezes sentimo-nos até tentados a ensaiar nossas palavras e posturas. Acontece que para cativar é preciso mais do que isso, é preciso mostrar-se como uma pessoa interessante. E qual o segredo para ser interessante?

Como ser interessante: De modo geral as pessoas consideradas interessantes não são aquelas que falam muito de si mesmas, mas aquelas que se interessam em conhecer os outros, que buscam saber de sua vida, o que fazem, o que pensam, o que gostam ou desgostam etc.


Pessoas que falam excessivamente de si mesmas muitas vezes são consideradas maçantes, mas quem quer ser interessante deve falar um pouco de si e fazer perguntas estimulando a outra pessoa a falar de si mesma, desde que esteja com disposição para ouvir.

Atenção com os outros: Nos contatos com os outros estamos lidando não só com a pessoa, mas também com suas emoções e sentimentos. Nada deixa uma pessoa mais lisonjeada e com vontade de conversar conosco do que perceber que temos interesse por suas ideias, pensamentos e sentimentos.


Quando mantemos o foco em descobrir mais sobre os outros, temos muito mais chance de cativá-los e nos tornarmos inesquecíveis. Além disso, poupa a preocupação de ensaiar o que vamos dizer sobre nós. Esse é também o segredo para melhorarmos as nossas relações pessoais. Quando passamos a ter atenção com as pessoas que convivemos, ouvindo atentamente o que elas sentem, criamos um canal de comunicação que aumenta a confiança nas relações.

Sempre é preciso atenção para não apenas a escutar em silêncio ou engatar outro assunto, mas aproveitar os momentos de pausa para perguntar como a pessoa se sente em relação aos fatos que estão nos contando, sem censurar as respostas. Isso rende um bom papo e nos aproxima mais das pessoas.

Discrição: Um cuidado importante é não parecer invasivo e indiscreto, não fazendo de uma conversa um interrogatório. Uma conversa requer uma introdução cuidadosa com perguntas triviais para poder identificar o que desperta maior interesse na pessoa e poder explorar mais o assunto.


As pessoas sentem-se felizes quando tem oportunidade de falar do que gostam e de ensinar algo. E mesmo quando se tem domínio do assunto é essencial deixar a pessoa falar para depois apresentar argumentos. Vale a prudência de não querer mostrar que sabe mais do que o outro; isso é humilhante.  

Nas conversas triviais o ideal é manter um assunto que a outra pessoa goste de falar e que queiramos ouvir, caso contrário não será interessante para ambos. Um bom exemplo é tentar encontrar coisas com as quais ambos tenham afinidade ou estejam envolvidos.


E para que a outra pessoa perceba que está sendo ouvida atenção, é preciso fazer contato visual e demonstrar através de sons e gestos de entendimento: "entendo como se sente", "muito interessante", "concordo com você"... E não se preocupe com o que vai dizer depois.

Conversa: Antes de discordar, é prudente analisar a réplica. Uma boa técnica para discordar é acrescentar evitando dizer "mas", "porém", "entretanto". Trocar por "e" transmite a sensação de concordância e também permite colocar suas ideias.


Fazer-se de advogado do diabo para defender uma opinião contrária pode até render uma boa e longa conversa, mas pode parecer rude se usado em excesso. Se a questão não for importante, não há porque discordar e assumir o risco de parecer rude. Mas também concordar plenamente pode finalizar a conversa. 

Uma conversa não depende apenas de um, mas do interesse de ambos. Quando uma pessoa não fala e não escuta, provavelmente está distraída ou enfrentando um dia ruim ou não tenha habilidades para conversar. É possível engatar outro assunto lembrando de algo que foi dito e usá-lo como gancho para iniciar outro assunto. Se isso não der resultado, paciência. 

Feche o encontro com chave de ouro: O essencial é ter autocontrole e não entrar em pânico quando parece o fim da conversa. Nada é mais desagradável do que insistir quando o outro já não quer mais falar e mesmo as melhores conversas tem um fim.

Feche o encontro com chave de ouro: agradeça pela conversa agradável antes de se despedir, pois terminar de modo positivo deixa boa impressão e pode abrir a possibilidade para um futuro reencontro. 

 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O que você quer: trabalho ou emprego?

Trabalhar e comer pequi exige muita atenção e cuidado

Existe diferença entre um trabalho e um emprego? Sim, existe diferença. Trabalho é uma atividade que se realiza para gerar um produto ou serviço, seja ou não remunerado. Já o emprego vai te dar um salário certo no final do mês, mas você pode enrolar o dia inteiro sem produzir nada. Tem muita gente procurando emprego, mas poucos estão disponíveis ou preparados para realmente para trabalhar e progredir.

Quem não está disposto a estudar e trabalhar só querendo um emprego mixuruca, dificilmente se manterá em qualquer lugar e nunca irá progredir. E mesmo que você queira estudar e conquistar um diploma, para conseguir realizar um trabalho eficiente é preciso continuar estudando sempre. Isso quer dizer aprender coisas novas, fazer cursos, ler livros, pesquisar, aceitar novos desafios, não estagnar e ter perspectiva de futuro.

Para crescer, além de estudar muito você tem que ser bom e dedicado no que faz. Enquanto você trabalha tem sempre alguém que está observando e analisando seu desempenho, se não for seu chefe será seu cliente. E lembre-se: todos são exigentes. Um chefe pode parecer chato e alguns são mesmo mal educados, mas ele precisa corrigir o que estiver errado. E se você for seu próprio patrão, dono do seu negócio próprio, você vai se deparar com a exigência de seus clientes.

No mundo do trabalho não tem como fugir das cobranças e exigências alheias, você tem que ser bom no que faz. Aliás o trabalho pode ser comparado com o modo de comer pequi; a polpa externa que deve se retirada com muito cuidado. A analogia entre o pequi e trabalho significa que tudo o que você tratar de maneira displicente ou sem cuidado vai te causar problemas. Se você não conhece pequi saiba que se morder, sua boca vai ficar cheia de espinhos e é difícil de sair...

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